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Identidade

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Não nos renderemos!

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Por motivos profissionais este blog tem estado bastante inactivo, logo que possível voltaremos à normalidade.

No próximo dia 1 de Dezembro a Causa Identitária sai à rua para celebrar a herança, liberdade e memória Portuguesa. Não fique em casa, e junte-se a nós nesta festa identitária pela reafirmação do nosso povo enquanto comunidade nacional! Contamos consigo!

Mais informações e/ou dúvidas contacte a Causa Identitária através do e-mail: correio@causaidentitaria.org.

De pé entre as ruínas

Na verdade, a fim de poderem criar todo o espaço possível na situação actual, é necessário que as nossas forças actuem também na luta corpo-a-corpo, política e polémica. Além disso, é importante, é essencial, que se constitua uma elite que defina a Ideia, em função da qual nos devemos unir, com intensidade firme, rigor intelectual e absoluta intransigência e que afirme essa ideia sobretudo sob a forma de um homem novo, do homem da resistência, do homem de pé entre as ruínas. Se é possível ultrapassar este período de crise e de ordem ilusória, apenas a esse homem pertence o futuro; se, porventura, não puder ser detido o destino que o mundo moderno deu a si próprio e que agora o arruína, em tal situação as nossas posições internas serão mantidas: suceda o que suceder, o que deve ser feito será feito, pois pertencemos àquela pátria que nenhum inimigo conseguirá ocupar ou destruir.

Julius Evola

Pensar a Europa

Pensar a Europa.
Pensar o esgotamento de todos os seus possíveis e a sua paralisia.
Como um tísico e o seu olhar febril e cheio ainda de iluminação.
O cerco aperta-se de todas as civilizações, das que sobretudo sentem em si um pólo unificador.
Imaginá-la inundada do Islamismo ou tingida de preto de uma inundação africana ou asiática.
Imaginá-la surpreendida no entretém do seu vazio.
Pensá-la servil como os escravos pedagogos em Roma, a servir de ilustração aos seus novos senhores.
Ou pensá-la coalhada de electrodomésticos e computadores, na ausência de uma alma enfrentada aos bárbaros da tecnologia.
Pensá-la dessorada, fluidificada, viscosa na indiferenciação total do seu ser.
Pensar a Europa.
Chorar sobre ela.

Eurosibéria

A Europa futura não pode ser projectada sob a forma indolente e ingovernável da actual União Europeia, que é uma medusa sem poder soberano, de fronteiras abertas, dominada pelo dogma do comércio livre, submetida à vontade americana e à OTAN. É preciso pensar numa grande Europa imperial e federal, etnicamente homogénea (quer dizer, «europeia»), baseada em grandes regiões autónomas e, sobretudo, indefectivelmente aliada à Rússia. A este enorme bloco continental chamei «Eurosibéria». Este ouriço gigante, que em nada seria ofensivo mas simplesmente inatacável, seria de longe a primeira potência mundial (o mundo vindouro será dos grandes blocos) e, sobretudo, deveria ser «autocentrado» e romper com os muito perigosos dogmas da mundialização. Teria perfeitamente os meios de praticar a «autarcia dos grandes espaços», da qual, com o Prémio Nobel da Economia francês, Maurice Allais, desenvolvi os princípios. O destino da Europa peninsular não pode ser separado do da imensa Rússia por razões etnoculturais e geopolíticas. Bem entendido, impedir o nascimento de tal Eurosibéria é um imperativo vital para a talassocracia mercantil americana que (em contradição com a sua apregoada luta contra o terrorismo islâmico) encoraja cinicamente o islão a implantar-se na União Europeia e na Rússia.

Não falei aqui do Estado de Israel. Uma palavra, no entanto: por razões demográficas, creio que a utopia sionista fundada por Hertzl e Buber e realizada desde 1949, não viverá mais tempo do que a utopia comunista e que, a prazo, o Estado hebreu está condenado. Actualmente preparo um ensaio sobre «A Nova Questão Judaica» e espero que seja traduzido para russo.

Guillaume Faye

Extracto retirado de “Do Crepúsculo à Aurora : Síntese de uma visão do Mundo”

Conferência pronunciada em Moscovo a 17 de Maio de 2005.

Via BNP

Todos os nacionalistas europeus devem estar unidos de forma a se oporem à entrada da Turquia na União Europeia, pois essa entrada iria criar uma quantidade de problemas à Europa que acabaria por relegar para segundo plano os já existentes, segundo o presidente do BNP.
A falar perante uma multidão de Nacionalistas Checos na Praça Venceslau em Praga, celebrando assim o aniversário da Libertação Checa perante o Império Austro-Húngaro, o líder do BNP, Nick Griffin, referiu que a entrada de milhões de muçulmanos na União Europeia através da Turquia iria afectar principalmente os países do Leste Europeu, pois estes ainda permanecem um pouco à margem do multiculturalismo e do Islão.
Segundo Griffin, “Irá originar uma baixa a nível salarial, da qualidade de vida e um aumento dos impostos”, explicando para quem o ouvia que o seu pai tinha combatido durante a Segunda Guerra Mundial na RAF e que alguns dos seus melhores camadaras eram checos, os quais lutavam igualmente pela Coroa Britanica.
O Totalitarismo contra o qual nós lutamos actualmente é o da arrepiante tirania de uma Europa Federal. É por isso que precisamos urgentemente de uma representação no Parlamento Europeu de forma a alertar sobre a fraude, corrupção e excesso de poder da elite governativa, elite essa que almeja a união do Norte de África e da Europa, criando assim a Eurábia”, disse Nick Griffin.
Representantes nacionalistas presentes na manifestação também falaram, nomeadamente a líder do Partido Nacionalista Checo, Petra Edelmannova e um representante do Nationaldemokraterna, Marc Abramson. Estiveram igualmente presentes vários membros do BNP que carregavam orgulhosamente a bandeira Britanica juntamente com a bandeira Checa.
No final da manifestação, o presidente da Câmara de Praga, que já tinha sido levado a tribunal pelo Partido Nacionalista Checo e estava sedento de vingança, chegou com um grande aparato policial e anunciou que a manifestação que até então estava a ser completamente pacífica, estava terminada. Esta decisão não teve efeitos práticos pois já estava na fase final mas originou uma grande curiosidade no seio da comunicação social presente no local.

Cantanhede dia 29 de Novembro.

Uma oportunidade de convívio e de troca de experiências.
Inscrições abertas aqui.
Há leitão e vinho da Bairrada

Os interessados devem contactar o blog Alma Pátria ou enviar e-mail para vitorramalho1@gmail.com

O Estoril Film Festival 2008, sob a direcção de Paulo Branco celebra o cinema enquanto criação artística, destacando, sobretudo, a sua transversalidade e o fascínio que exerce sobre as outras artes.

Lançado o mote, parte para a aposta na exploração da sétima arte exaltando as três vertentes específicas do cinema – arte, entretenimento e indústria – através da obra dos mais incontornáveis realizadores contemporâneos.

A competição centra-se na qualidade do cinema europeu. Fora de competição extravasam-se os limites geográficos, em prol da divulgação do que melhor se faz a nível técnico e criativo em todo o mundo.

Espaço de intercâmbio de conhecimentos e formas de ver o cinema, conta com masterclasses, reunião de artistas internacionais, encontros com o público, debates, concertos e exposições. Destaque ainda para o encontro entre as melhores escolas europeias de cinema, a reunião anual dos distribuidores europeus e um debate que conta com a presença dos mais conceituados críticos de cinema a nível internacional.