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Archive for the ‘Europa’ Category

Pensar a Europa

Pensar a Europa.
Pensar o esgotamento de todos os seus possíveis e a sua paralisia.
Como um tísico e o seu olhar febril e cheio ainda de iluminação.
O cerco aperta-se de todas as civilizações, das que sobretudo sentem em si um pólo unificador.
Imaginá-la inundada do Islamismo ou tingida de preto de uma inundação africana ou asiática.
Imaginá-la surpreendida no entretém do seu vazio.
Pensá-la servil como os escravos pedagogos em Roma, a servir de ilustração aos seus novos senhores.
Ou pensá-la coalhada de electrodomésticos e computadores, na ausência de uma alma enfrentada aos bárbaros da tecnologia.
Pensá-la dessorada, fluidificada, viscosa na indiferenciação total do seu ser.
Pensar a Europa.
Chorar sobre ela.

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Eurosibéria

A Europa futura não pode ser projectada sob a forma indolente e ingovernável da actual União Europeia, que é uma medusa sem poder soberano, de fronteiras abertas, dominada pelo dogma do comércio livre, submetida à vontade americana e à OTAN. É preciso pensar numa grande Europa imperial e federal, etnicamente homogénea (quer dizer, «europeia»), baseada em grandes regiões autónomas e, sobretudo, indefectivelmente aliada à Rússia. A este enorme bloco continental chamei «Eurosibéria». Este ouriço gigante, que em nada seria ofensivo mas simplesmente inatacável, seria de longe a primeira potência mundial (o mundo vindouro será dos grandes blocos) e, sobretudo, deveria ser «autocentrado» e romper com os muito perigosos dogmas da mundialização. Teria perfeitamente os meios de praticar a «autarcia dos grandes espaços», da qual, com o Prémio Nobel da Economia francês, Maurice Allais, desenvolvi os princípios. O destino da Europa peninsular não pode ser separado do da imensa Rússia por razões etnoculturais e geopolíticas. Bem entendido, impedir o nascimento de tal Eurosibéria é um imperativo vital para a talassocracia mercantil americana que (em contradição com a sua apregoada luta contra o terrorismo islâmico) encoraja cinicamente o islão a implantar-se na União Europeia e na Rússia.

Não falei aqui do Estado de Israel. Uma palavra, no entanto: por razões demográficas, creio que a utopia sionista fundada por Hertzl e Buber e realizada desde 1949, não viverá mais tempo do que a utopia comunista e que, a prazo, o Estado hebreu está condenado. Actualmente preparo um ensaio sobre «A Nova Questão Judaica» e espero que seja traduzido para russo.

Guillaume Faye

Extracto retirado de “Do Crepúsculo à Aurora : Síntese de uma visão do Mundo”

Conferência pronunciada em Moscovo a 17 de Maio de 2005.

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Via BNP

Todos os nacionalistas europeus devem estar unidos de forma a se oporem à entrada da Turquia na União Europeia, pois essa entrada iria criar uma quantidade de problemas à Europa que acabaria por relegar para segundo plano os já existentes, segundo o presidente do BNP.
A falar perante uma multidão de Nacionalistas Checos na Praça Venceslau em Praga, celebrando assim o aniversário da Libertação Checa perante o Império Austro-Húngaro, o líder do BNP, Nick Griffin, referiu que a entrada de milhões de muçulmanos na União Europeia através da Turquia iria afectar principalmente os países do Leste Europeu, pois estes ainda permanecem um pouco à margem do multiculturalismo e do Islão.
Segundo Griffin, “Irá originar uma baixa a nível salarial, da qualidade de vida e um aumento dos impostos”, explicando para quem o ouvia que o seu pai tinha combatido durante a Segunda Guerra Mundial na RAF e que alguns dos seus melhores camadaras eram checos, os quais lutavam igualmente pela Coroa Britanica.
O Totalitarismo contra o qual nós lutamos actualmente é o da arrepiante tirania de uma Europa Federal. É por isso que precisamos urgentemente de uma representação no Parlamento Europeu de forma a alertar sobre a fraude, corrupção e excesso de poder da elite governativa, elite essa que almeja a união do Norte de África e da Europa, criando assim a Eurábia”, disse Nick Griffin.
Representantes nacionalistas presentes na manifestação também falaram, nomeadamente a líder do Partido Nacionalista Checo, Petra Edelmannova e um representante do Nationaldemokraterna, Marc Abramson. Estiveram igualmente presentes vários membros do BNP que carregavam orgulhosamente a bandeira Britanica juntamente com a bandeira Checa.
No final da manifestação, o presidente da Câmara de Praga, que já tinha sido levado a tribunal pelo Partido Nacionalista Checo e estava sedento de vingança, chegou com um grande aparato policial e anunciou que a manifestação que até então estava a ser completamente pacífica, estava terminada. Esta decisão não teve efeitos práticos pois já estava na fase final mas originou uma grande curiosidade no seio da comunicação social presente no local.

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Europa, que futuro?

A Europa, a nossa verdadeira pátria, está a perder a sua identidade e isso é uma verdade insofismável. Que futuro estará reservado para os Europeus? Será que a culpa desta situação é da cáfila que nos governa ou da mentalidade tacanha da população em geral que persiste num etnomasoquismo suicida?
Na nossa opinião, a Europa deve funcionar com um todo, devemos defender a Fortaleza Europa e não viver de mãos atadas de acordo com o que Bruxelas preconiza para todos nós. É altura de nos deixarmos deste saudosismo anacrónico, a velha máxima do “Orgulhosamente sós” parou no tempo. É incrível verificar que há quem defenda, mesmo no meio nacionalista português, que nós Europeus temos mais aspectos em comum com indíviduos oriundos de África do que em relação a Russos ou Noruegueses, por exemplo.
A Imigração massiva está a levar a Europa a uma descaracterização atroz e que poderá vir a ser irreversível. O multiculturalismo, por muitos defendido, não é mais que a substituição de uma cultura por outra pois essa ideia de integração cultural é completamente utópica e descabida. É exemplo disto, a “Africanização” cultural bem patente nas camadas mais jovens da sociedade. Há uma tendência para que se prefira e se valorize o que vem de fora em detrimento do que é nosso, substituíndo a nossa cultura, tradições, costumes e até à alteração da nossa própria língua.
A Europa que sempre foi o motor civilizacional do mundo, está a perder a sua preponderância, é altura de dizer: BASTA !!
Queremos uma Europa unida, que apesar de respeitar os territórios nacionais, funcione de uma forma coesa. Portugal deve adoptar uma postura declaradamente pró-Europa, não se deve fechar dentros das suas próprias fronteiras. O nosso país, geograficamente e até a nível demográfico, tem todas as condições para se impor na Europa…ainda não é tarde para que tal aconteça!

Portugal das Regiões, numa Europa das Nações.

Viva a Europa!
Viva Portugal!

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