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Via BNP

Todos os nacionalistas europeus devem estar unidos de forma a se oporem à entrada da Turquia na União Europeia, pois essa entrada iria criar uma quantidade de problemas à Europa que acabaria por relegar para segundo plano os já existentes, segundo o presidente do BNP.
A falar perante uma multidão de Nacionalistas Checos na Praça Venceslau em Praga, celebrando assim o aniversário da Libertação Checa perante o Império Austro-Húngaro, o líder do BNP, Nick Griffin, referiu que a entrada de milhões de muçulmanos na União Europeia através da Turquia iria afectar principalmente os países do Leste Europeu, pois estes ainda permanecem um pouco à margem do multiculturalismo e do Islão.
Segundo Griffin, “Irá originar uma baixa a nível salarial, da qualidade de vida e um aumento dos impostos”, explicando para quem o ouvia que o seu pai tinha combatido durante a Segunda Guerra Mundial na RAF e que alguns dos seus melhores camadaras eram checos, os quais lutavam igualmente pela Coroa Britanica.
O Totalitarismo contra o qual nós lutamos actualmente é o da arrepiante tirania de uma Europa Federal. É por isso que precisamos urgentemente de uma representação no Parlamento Europeu de forma a alertar sobre a fraude, corrupção e excesso de poder da elite governativa, elite essa que almeja a união do Norte de África e da Europa, criando assim a Eurábia”, disse Nick Griffin.
Representantes nacionalistas presentes na manifestação também falaram, nomeadamente a líder do Partido Nacionalista Checo, Petra Edelmannova e um representante do Nationaldemokraterna, Marc Abramson. Estiveram igualmente presentes vários membros do BNP que carregavam orgulhosamente a bandeira Britanica juntamente com a bandeira Checa.
No final da manifestação, o presidente da Câmara de Praga, que já tinha sido levado a tribunal pelo Partido Nacionalista Checo e estava sedento de vingança, chegou com um grande aparato policial e anunciou que a manifestação que até então estava a ser completamente pacífica, estava terminada. Esta decisão não teve efeitos práticos pois já estava na fase final mas originou uma grande curiosidade no seio da comunicação social presente no local.

Cantanhede dia 29 de Novembro.

Uma oportunidade de convívio e de troca de experiências.
Inscrições abertas aqui.
Há leitão e vinho da Bairrada

Os interessados devem contactar o blog Alma Pátria ou enviar e-mail para vitorramalho1@gmail.com

O Estoril Film Festival 2008, sob a direcção de Paulo Branco celebra o cinema enquanto criação artística, destacando, sobretudo, a sua transversalidade e o fascínio que exerce sobre as outras artes.

Lançado o mote, parte para a aposta na exploração da sétima arte exaltando as três vertentes específicas do cinema – arte, entretenimento e indústria – através da obra dos mais incontornáveis realizadores contemporâneos.

A competição centra-se na qualidade do cinema europeu. Fora de competição extravasam-se os limites geográficos, em prol da divulgação do que melhor se faz a nível técnico e criativo em todo o mundo.

Espaço de intercâmbio de conhecimentos e formas de ver o cinema, conta com masterclasses, reunião de artistas internacionais, encontros com o público, debates, concertos e exposições. Destaque ainda para o encontro entre as melhores escolas europeias de cinema, a reunião anual dos distribuidores europeus e um debate que conta com a presença dos mais conceituados críticos de cinema a nível internacional.

Europa, que futuro?

A Europa, a nossa verdadeira pátria, está a perder a sua identidade e isso é uma verdade insofismável. Que futuro estará reservado para os Europeus? Será que a culpa desta situação é da cáfila que nos governa ou da mentalidade tacanha da população em geral que persiste num etnomasoquismo suicida?
Na nossa opinião, a Europa deve funcionar com um todo, devemos defender a Fortaleza Europa e não viver de mãos atadas de acordo com o que Bruxelas preconiza para todos nós. É altura de nos deixarmos deste saudosismo anacrónico, a velha máxima do “Orgulhosamente sós” parou no tempo. É incrível verificar que há quem defenda, mesmo no meio nacionalista português, que nós Europeus temos mais aspectos em comum com indíviduos oriundos de África do que em relação a Russos ou Noruegueses, por exemplo.
A Imigração massiva está a levar a Europa a uma descaracterização atroz e que poderá vir a ser irreversível. O multiculturalismo, por muitos defendido, não é mais que a substituição de uma cultura por outra pois essa ideia de integração cultural é completamente utópica e descabida. É exemplo disto, a “Africanização” cultural bem patente nas camadas mais jovens da sociedade. Há uma tendência para que se prefira e se valorize o que vem de fora em detrimento do que é nosso, substituíndo a nossa cultura, tradições, costumes e até à alteração da nossa própria língua.
A Europa que sempre foi o motor civilizacional do mundo, está a perder a sua preponderância, é altura de dizer: BASTA !!
Queremos uma Europa unida, que apesar de respeitar os territórios nacionais, funcione de uma forma coesa. Portugal deve adoptar uma postura declaradamente pró-Europa, não se deve fechar dentros das suas próprias fronteiras. O nosso país, geograficamente e até a nível demográfico, tem todas as condições para se impor na Europa…ainda não é tarde para que tal aconteça!

Portugal das Regiões, numa Europa das Nações.

Viva a Europa!
Viva Portugal!

Família Tradicional

Via Jornal Público

O desemprego causado pela crise financeira internacional deverá levar a Austrália a reduzir o número de autorizações a imigrantes que queiram trabalhar no país. O ministro australiano da Imigração, Chris Evans, disse ontem que o abrandamento da economia deverá levar a uma decisão nesse sentido após a divulgação dos dados financeiros do primeiro semestre, em Novembro.
De acordo com as previsões ontem citadas pela BBC, calcula-se que 190.300 imigrantes procurem a Austrália, para aí viverem e trabalharem, até ao fim de 2009. Mas esse número poderá vir a ser reduzido. “Estamos num mercado global e disputamos os migrantes com outros países, por isso as mudanças nas condições económicas globais irão afectar o nosso programa de migração e aqueles que procuram vir para aqui”, disse Chris Evans ao The Times of India.
O ministro sublinhou que a política de Imigração australiana foi definida tendo em conta a previsão de bom crescimento económico e as necessidades de trabalhadores especializados. “Se esses parâmetros mudam, o Governo vai ter de olhar para isso e tomar uma decisão quando tiver a informação apropriada”, disse Evans à estação de televisão Nine Networks. Depois, concluiu: “Claro que se a procura de trabalhadores diminuir vamos ter de ajustar o nosso programa de imigração de acordo com isso”.
O Governo australiano deverá também consultar as diversas indústrias antes de tomar uma decisão. “Sabemos que muitas das competências que chegam estão relacionadas com o sector das minas, o que permitirá aumentar a exportação”, salientou.
Grande parte dos imigrantes que chegam à Austrália vêm da antiga metrópole. “Penso que o retrocesso no Reino Unido no último ano ou dois renovou o interesse britânico em pessoas que queiram migrar temporária ou permanentemente”, adiantou o ministro australiano à BBC. Já este mês o ministro britânico responsável pela imigração, Phil Woolas, disse que o pais deverá reduzir o número de imigrantes também por causa da crise. A oposição liberal australiana também defende a redução da imigração para os valores de 2005 e 2006, anos em que foram concedidas 142.930 autorizações.

Curiosamente, aqui na Europa, a imigração não pára nem ninguém parece estar interessado em que tal aconteça. A crise que actualmente assola a Europa poderia servir de incentivo a que se começasse a repensar nas medidas a aplicar em relação à imigração mas não, há sempre lugar para mais um nem que seja para substituir o europeu. Não nos deve apenas preocupar a questão económica, como é o caso deste artigo, mas também questões culturais e da própria perda da identidade europeia. Como este artigo refere, o Governo Australiano quer cortar na imigração qualificada mas todos nós sabemos o que isto significa. Aqui na Europa persiste-se com o etnomasoquismo…até um dia.

Apresentação


O blog “Europa Eterna” será um blog sem qualquer tipo de ligação a uma organização política. É um blog claramente identitário, europeísta e nacionalista.

Irá ser um espaço de informação, discussão política e de divulgação da cultura europeia. Tentaremos divulgar igualmente alguns textos e campanhas de organizações europeias relacionadas com o âmbito deste blog.

Os responsáveis por este espaço não escondem a sua vincada vertente nacionalista, não defendemos porém um nacionalismo anacrónico, completamente desajustado da nossa realidade. É altura de olhar em frente, não esquecer o passado mas nunca viver refém dele.